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Atendendo o pedido de um leitor, Caio Coletti ai está a fábula atualizada de A Bela e a Fera.



Era uma vez um pobre comerciante chamado Roberto Justus que tinha uma filha chamada Susan Boyle, que de tão bonita nem o Photoshop carregava suas fotos, Susan era aquilo que chamamos de bonita de alma, ou seja, era mais bonito uma chapa de Raio-X dela do que uma foto de corpo inteiro.

Mas mesmo com essa “beleza exótica” Susan era ainda feliz e tentava ajudar seu pai que acabou falindo por conta de um dos seus contratados no seu Reality Show, o Aprendiz acabou aprendendo demais e tomou a empresa dele. Um dia desses, com a informação de que o mercado publicitário em Brasília estava muito aquecido ele resolve investir nesse mercado de recuperação de imagem política. E com essa nova ideia na cabeça embarca para a capital federal deixando Susan e as suas duas outras filhas consumistas Paris Hilton e Hebe Camargo.

Infelizmente para o pobre senhor Roberto os negócios em Brasília não deram certo e com a última passagem de cota que os deputados tinham ele foi mandando de volta a sua cidade. Sem dinheiro para comprar seu laquê para o cabelo, o gel acabando, o tubo pasta de dentes branqueadora acabando. Tendo que vender balinha nos faróis. Roberto não sabia mais o que fazer.


Voltando para a casa, desolado por não ter conseguido nenhum político para trabalhar a imagem. Roberto lembra que havia prometido uma rosa vermelha para a sua filha mais esforçada, Susan. E foi quando avistou um jardim de rosas de uma mansão belíssima. Resolveu então pegar uma, foi quando um monstro surge diante da escuridão da noite esbravejando contra o pobre publicitário recém-falido, era ele – a Fera das madrugadas da Rede TV, o arroz de festa Amaury Jr.:

- Você não devia mexer no meu jardim, por isso vai ser meu prisioneiro![Momento publicitário: E prisioneiro é com os Cadeados Trancadão. Nos melhores presídios] 



Roberto ainda assustado com o grau etílico da “Fera” tenta se explicar que era um presente para sua filha e tudo mais. Mas a Fera Amaury Jr. não queria saber, ele estava furioso. Até porque as rosas era um presente que ela ia dar na sua próxima festa. O publicitário então pediu para que Amaury desse a oportunidade dele se despedir de suas filhas. A Fera então permitiu que Roberto fizesse isso. Chegando a casa Roberto Justus explicou toda a situação para suas filhas, e chorando disse que não havia alternativa.

A crise o havia atingido, e sem alternativa ele iria ter que ser o prisioneiro da publicidade do Programa Amaury Jr. Afinal de contas que iria pagar os litros de botox que ele e suas outras duas filhas usavam?

Susan então disse: - Papai deixe-me ir com você, quero falar com a fera. - Não adianta minha filha! Disse o publicitário.

Mas Susan fazendo cara feia acabou conseguindo ir com seu pai ao encontro da “fera”. Até porque quem aguentaria uma moça “bonita” assim fazendo cara feia não é mesmo? Chegando à mansão, Susan disse para Amaury Jr.: - Deixe meu pai ir embora, ele está velho, doente, falido e fica demitindo todo mundo que não faz o que ele gosta eu fico no lugar dele.

A “fera” como já era recorrente em comentários feitos em várias era “pegadora” e, além disso, curtia um “papa-anjo” de vez em quando. Portanto, Amaury Jr. – o tiozão pegador - Topou a troca. Roberto Justus então foi para casa, desapontado porque havia perdido a sua candidata a Miss Brasil 2009.

O tempo passou e foi percebendo-se certa química entre Susan “a bela” e Amaury Jr. “a fera”. Eles conversavam, trocavam carinhos, cuidavam da beleza um do outro. O que alias nem demorava tanto assim porque isso já era meio escasso. Até que um dia Amaury deixou Susan ir visitar seu pai que agora estava investindo Reality Show com motoboys. O Aprendiz Office Boy que dava um contrato de um ano com a empresa dele com salário de uma cesta básica durante um ano.

Voltando, ela se depara com Amaury no chão doente por conta   de uma cachaça batizada que havia fechado um contrato de   merchandising com ele. Susan preocupada deu um beijo em   Amaury Jr. foi quando uma transformação aconteceu...

A fera começou a se transformar virando uma versão mais velha e com mais botox ainda que próprio pai de Susan. A fera estava   se transformando nele: Otávio Mesquita. A versão caipira de   Roberto Justus. Sem outra escolha de vida Susan resolve se   casar com o que tem mesmo na esperança de tudo isso der   certo um dia. 

Susan ganhou ano passado o prêmio Nobel da Paz por resistir   anos sem se encher dessas duas malas que é o seu pai e o seu   marido. E hoje vivem felizes numa casa da CDHU em   Jabaquara.

Tem alguma história que gostariam de ler em uma versão atualizada? Só pedir nos comentários.


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